Sábado, Fevereiro 6

Sem comentários

Éramos a única família no restaurante com uma criança.

Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos,  comendo e conversando.

De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.

Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca  mostrava a falta de dentes.

Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo..

Eu olhei em Volta e vi a razão de seu contentamento.

Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros,
Sujo, engordurado e rasgado.

Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, OS sapatos.

Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.

Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.

Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.

Suas mãos começaram a se mexer para saudar.

'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.

Minha esposa e eu nos olhamos:

'Que faremos?'.

Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'.

Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.

O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.

Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.

Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.

Obviamente, ele estava bêbado.

Minha esposa e eu estávamos envergonhados.

Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.

Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.

Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos  no
Estacionamento.

O velho se encontrava muito perto DA porta de saída.

'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem.

Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando.

Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'.

Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para OS braços do homem.

Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.

Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.

O homem fechou OS olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.

Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro,suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.

Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.

Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:

'Cuide deste menino'.

De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.

Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.

Peguei meu filho e o velho homem me disse:

'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.

Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.

Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.
Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:

'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.

Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através DA inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum
juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de
Roupa suja.

Eu fui um cristão cego  carregando  um menino que não o era.

Eu senti que Deus estava me perguntando:

'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele
Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade.

O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:

Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um
Menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17).

Apenas repita esta frase e verá como Deus se move:

'Senhor Jesus Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor'.

Passe esta mensagem a algumas pessoas especiais.

Não porque você receberá um milagre amanhã.

Mas porque você recebe o milagre todos OS dias...

O milagre de estar vivo
....

--
"Que teu coração deposite toda a sua confiança no Senhor! Não te firmes em tua própria sabedoria!
Sejam quais forem os teus caminhos, pensa nele, e ele aplainará tuas sendas.
Não sejas sábio aos teus próprios olhos, teme o Senhor e afasta-te do mal. "
(Provérbios 3, 5-7)

Quinta-feira, Fevereiro 4

Deus.

Que Deus esteja na tua frente
Para mostrar o caminho certo...
Esteja ao teu lado,
Para te abraçar e proteger...
Esteja atrás de ti,
Para te salvar de pessoas falsas...
Esteja debaixo de ti,
Para te amparar quando caíres
E para te tirar das armadilhas...
Esteja dentro de ti,
Para te consolar quando
estiveres triste...
Esteja ao redor de ti,
Para te defender quando os outros
te atacarem...
Esteja sobre ti,
Para te abençoar sempre...

Amizade Eterna!


Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Albert Einstein

Amor platônico

Amor platônico, na acepção vulgar, é toda a relação afetuosa em que se abstrai o elemento sexual, idealizada, por elementos de gêneros diferentes - como num caso de amizade pura, entre duas pessoas.
sta definição, contudo, difere da concepção mesma do amor ideal de Platão, o filósofo grego da Antigüidade, que concebera o Amor como algo essencialmente puro e desprovido de paixões, ao passo em que estas são essencialmente cegas, materiais, efêmeras e falsas. O Amor, no ideal platônico, não se fundamenta num interesse (mesmo o sexual), mas na virtude.

O termo Amor platonicus foi pela primeira vez utilizado no século XV, pelo filósofo neoplatônico florentino Marsilio Ficino, como um sinônimo de amor socrático. Ambas as expressões significam um amor centrado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa, em vez de em seus atributos físicos. Referem-se ao laço especial de afeto entre dois homens a que Platão tinha se referido num de seus diálogos, exemplificando-o com o afeto que havia entre Sócrates e seus discípulos homens, em particular entre Sócrates e Alcibíades.

A expressão ganhou nova acepção com a publicação da obra de Sir William Davenant, "Platonic Lovers" ("Amantes platônicos" - 1636), onde o poeta inglês baseia-se na concepção de amor contida no Simpósio de Platão, do amor como sendo a raiz de todas as virtudes e da verdade.

O amor platônico passou a ser entendido como um amor à distância, que não se aproxima, não toca, não envolve. Reveste-se de fantasias e de idealização. O objeto do amor é o ser perfeito, detentor de todas as boas qualidades e sem máculas. Parece que o amor platônico distancia-se da realidade e, como foge do real, mistura-se com o mundo do sonho e da fantasia.

Ocorre de maneira freqüente na adolescência e em adultos jovens, principalmente nos indivíduos mais tímidos, introvertidos, que sentem uma maior dificuldade de aproximar-se do objeto de amor, por insegurança, imaturidade ou inibição do ponto de vista emocional.

Amor Platônico
Legião Urbana
Composição: Legião urbana

Eu sou apenas alguém
Ou até mesmo ninguém
Talvez alguém invisível
Que a admira a distância
Sem a menor esperança
De um dia tornar-me visível

E você?
Você é o motivo
Do meu amanhecer
E a minha angústia
Ao anoitecer

Você é o brinquedo caro
E eu a criança pobre
O menino solitário que quer ter o que não pode
Dono de um amor sublime
Mas culpado por querê-la
Como quem a olha na vitrine
Mas jamais poderá tê-la

Eu sei de todas as suas tristezas
E alegrias
Mas você nada sabes
Nem da minha fraqueza
Nem da minha covardia
Nem sequer que eu existo
E como um filme banal
Entre o figurante e a atriz principal
Meu papel era irrelevante
Para contracenar
No final
No final
No final

Texto retirado do wikipédia e musica do site mus.com.br

Segunda-feira, Fevereiro 1

oito razões para ter uma vida simples

Existem estudos que dizem que não estamos mais felizes por termos a possibilidade de adquirir mais coisas na vida. Os habitantes dos países mais ricos são aqueles que têm mais “stress” e depressão, apesar de viverem em casa maiores e de terem mais acessórios do que alguma vez alguém teve, na história da humanidade. Estamos a ficar viciados no consumo, e isso obriga-nos a consumir mais, a ter as coisas maiores, mas caras, mais recentes e mais “fashion” do mercado. No entanto, o tempo passou a ser um dos bens mais preciosos para nós, porque para conseguirmos ter tudo o que pensamos ser necessário, necessitamos de dar em troca o nosso tempo e esforço pessoal. A pressão é cada vez maior.

Aqui ficam oito razões para o ajudar a optar por uma vida mais simples:
Prioridade para um estilo de vida satisfatório

A sua família e estilo de vida simples passam a ser a sua prioridade, em vez de andar sempre a correr atrás de um carro novo, uma piscina, uma casa maior… Em vez de se preocupar com o que os outros pensam de si, preocupa-se com aquilo que é importante na sua vida.
Valorizar o Tempo

O Tempo é actualmente considerado uma preciosa raridade, e deverá gastá-lo da forma que tenha maior significado para si. Se tiver uma casa mais pequena, não perderá tanto tempo em limpezas e arrumações, além disso não terá de perder mais horas num emprego para a poder pagar. Elimine também o tempo que passa em frente ao plasma, e foque-se no valor do seu tempo livre.
As suas coisas não obrigam à sua atenção

Tudo o que compra, para si e para a sua casa, necessita de atenção constante. Gasta tempo para comprar, usar, limpar, arrumar, trocar, arranjar, vender… Tudo isto obriga-o a ter mais preocupações e a gastar energia para poder dar conta de tudo o que tem e que pensa que é importante. Será mesmo necessário ter 3 telemóveis? Ou 2 leitores de MP3?

Livre-se do que não necessita, e gaste o seu tempo com aquilo que verdadeiramente lhe dá prazer. Use o tempo livre para passear ao ar livre.
Alcance mais com menos

Quando opta por uma vida mais simples, passa a ter menos preocupações, menos distracções e mais energia para gastar. Passa a caminhar mais lentamente pela vida e a pensar com maior clareza. Pode focar-se mais nos seus sentidos e traçar os objectivos que são realmente importantes para si, e uma vez que serão menos objectivos do que aqueles que iria traçar numa situação de consumismo, poderá atingir melhores resultados e mais rapidamente.

Se quer trocar a sua casa na cidade por uma casa mais próxima do campo, poderá alcançar mais facilmente o objectivo se não quiser, ao mesmo tempo, trocar de carro a cada dois anos.
A lei do retorno diminuto

Quanto mais coisas comprar ou quanto maior for a exposição a um determinado prazer (uma camisa nova, por exemplo) menor será a sua sensação de alegria ao longo do tempo. A excitação inicial desaparece rapidamente com a exposição frequente. Isto é muito frequente nas crianças quando recebem um presente novo.

Comprar mais coisas para se sentir melhor não lhe trará uma satisfação duradoura.
Preocupações com dinheiro reduzidas

Viver numa casa mais pequena e mais simples, mas suficiente para as suas necessidades, reduz as suas preocupações com dinheiro. Não tem de se preocupar com as flutuações nas taxas de crédito, é mais barata de aquecer ou arrefecer, necessita de menos mobília, menos limpezas, menos obras…
A sua auto-estima não está ligada às suas posses

Começa a perceber que o seu valor e o que o inspira a levantar-se diariamente, não são as coisas que tem, mas sim a alegria de viver o momento, na maior simplicidade. O vício do consumo não satisfaz a alma.
Consumo consciente

Ao libertar-se do vício do consumo, passa a ter um consumo consciente. Quanto mais simples for a sua vida, maior consciência tem na aquisição de um produto novo, mais o irá valorizar e desfrutar. Passará a querer comprar apenas produtos que não destruam o ambiente e que possam dar às futuras gerações uma vida sustentável.

Não tenha medo

Não importa como tenha sido nossa história de vida. A verdade é que nós temos medo de sofrer. O problema é que preocupados em nos proteger, gastamos a nossa energia e tempo tentando controlar nossas atitudes, pensamentos e até os pensamentos dos outros.
Mas acontece que nenhum sentimento é garantido e nenhuma consequência é revelada antecipadamente. O futuro é incerto e não é possível controla-lo.
Muitas pessoas não conseguem se entregar a uma relação porque estão todo o tempo tentando ter certezas. As dúvidas não têm fim e o medo de se deparar com a dor parece assombrar, impedindo enxergar as possibilidades.
O amor é uma chance; não é garantia nem certeza!
Podemos vive-lo de acordo com nosso coração ou passar a vida inteira tentando garantir o incerto.
Agir conforme nossa vontade é o bastante para que nos sintamos preenchidos, embora possamos mesmo vir a sofrer....simplesmente porque o sofrimento é uma possibilidade tão possível quanto a felicidade.

AUTOR DESCONHECIDO

Sábado, Janeiro 30

Carta de um BEBÊ

Carta de um beb�


Oi, mam�e. Tudo bom?
Eu estou bem, gra�as a Deus. Faz apenas alguns dias que
voc� me concebeu em sua barriguinha.
Na verdade, n�o posso explicar como estou feliz em saber
que voc� ser� minha mam�e.
Outra coisa que me enche de orgulho � ver o amor com que
fui concebido.
Tudo parece indicar que eu serei a crian�a mais feliz do
mundo!
Mam�e, j� se passou um m�s desde que fui concebido e j�
come�o a ver como o meu corpinho come�a a se formar, quer
dizer, n�o estou t�o lindo como voc�, mas me d� uma
oportunidade!
Estou muito feliz! Mas tem algo que me deixa preocupado...
Ultimamente me dei conta de que h� algo na sua cabe�a que
n�o me deixa dormir, mas tudo bem, isso vai passar, n�o se
desespere.
Mam�e, j� se passaram dois meses e meio, estou muito
feliz com minhas novas m�os e tenho vontade de us�-las para
brincar.
Mam�ezinha, me diga o que foi? Por que voc� chora tanto
todas as noites??
Por que quando voc� e o papai se encontram, gritam tanto
um com o outro?
Voc�s n�o me querem mais ou o que? Vou fazer o poss�vel
para que me queiram...
J� se passaram 3 meses, mam�e, te noto muito deprimida,
n�o entendo o que est� acontecendo, estou muito confuso.
Hoje de manh� fomos ao m�dico e ele marcou uma visita
para amanh�.
N�o entendo, eu me sinto muito bem... por acaso voc� se
sente mal mam�e?
Mam�e, j� � dia, onde vamos? O que est� acontecendo, mam�e?
Por que chora? N�o chore, n�o vai acontecer nada...
Mam�e, n�o se deite, ainda s�o 2 horas da tarde, n�o tenho
sono, quero continuar brincando com minhas m�ozinhas.
Ei!!! O que esse tubinho est� fazendo na minha casinha??
� um brinquedo novo??
Olha!!!!!
Ei, porque est�o sugando minha casa??
Mam�e!!! Espere, essa � a minha m�ozinha!!! Mo�o, porque
a arrancou? N�o v� que me machuca?
Mam�e, me defenda!!!!
Mam�e, me ajude!!!
N�o v� que ainda sou muito pequeno para me defender sozinho??
M�e, a minha perninha, est�o arrancando!!! Diga para eles
pararem, juro a voc� que vou me comportar bem e que n�o
vou mais te chutar. Como � poss�vel que um ser humano possa
fazer isso comigo? Ele vai ver s� quando eu for grande e forte
ai mam�e, j� n�o consigo mais....ai.... mam�e, mam�e, me
ajude....
Mam�e, j� se passaram 17 anos desde aquele dia, e eu
daqui de cima observo como ainda te machuca ter tomado aquela
decis�o.
Por favor, n�o chore, lembre-se que te amo muito e que
estarei aqui te esperando com muitos abra�os e beijos.
Te amo muito!!
Seu beb�.

Participe voc� tamb�m dessa campanha TODOS CONTRA O
ABORTO...